sábado, 9 de janeiro de 2016

"After Dark - Os Passageiros Da Noite." de Haruki Murakami


«Ao escrever sobre os mistérios da noite recorrendo apenas a dados concretos e reais, Murakami confere à paisagem noturna a espessura de um sonho vivido… "After Dark" é um daqueles livros para ter à cabeceira, o companheiro perfeito para as noites de insónia.» Newsweek

Sinopse:
Por uma noite, Murakami leva-nos com ele através de uma Tóquio sombria, onírica, hipnótica. Um deslumbrante romance perpassado de uma singular atmosfera poética, na fronteira entre a realidade e o universo fantasmático, onde cada pormenor, olhado retrospetivamente, faz sentido. Num bar, Mari encontra-se mergulhada num livro, enquanto bebe o seu chá e fuma cigarro atrás de cigarro. Às tantas, entra em cena um músico que a reconhece. Ao mesmo tempo, encerrada num quarto, Eri, a irmã de Mari, dorme com os punhos cerrados, sem saber que está a ser observada por alguém. Em torno das duas irmãs desfilam personagens insólitas: uma prostituta chinesa vítima de agressão, a gerente de um hotel do amor, um técnico informático, uma empregada de limpeza em fuga. Sucedem-se acontecimentos bizarros: um aparelho de televisão que, de um momento para o outro, começa bruscamente a funcionar, um espelho que conserva os reflexos. Em Tóquio, durante as horas de uma noite, vai desenrolar-se um estranho drama...

domingo, 20 de dezembro de 2015

"O menino de Deus" de João Carlos da Costa





Sinopse:

Sinto que tenho de dizer ao mundo que, na verdade, os olhos veem, os ouvidos ouvem e o coração sente.

O João Carlos é um menino com autismo que, para surpresa de muitos, incluindo familiares e terapeutas, comunica recorrendo à escrita. Fá-lo sempre com papel e lápis, e com a ajuda da mãe que lhe ampara o braço.

Se a escrita do João em si já é surpreendente, as suas palavras tornam-na ainda mais especial: dão a conhecer na primeira pessoa o que sente quem vive com autismo e transmitem uma mensagem de amor, luz e esperança.

O Menino de Deus, o livro com que o João sempre sonhou, é mais uma vitória no caminho que quer percorrer: dar voz aos que como ele sofrem em silêncio e fazer com que a Humanidade desperte para um mundo melhor.

As palavras de amor que o João quer partilhar não deixarão ninguém indiferente.

sábado, 10 de outubro de 2015

"Meu Pé de Laranja Lima" de José Mauro de Vasconcelos

Xanna está a ler...



Sinopse:

Esta é a história comovente de Zezé, um menino de seis anos nascido no seio de uma família muito pobre. Zezé é inteligente, sensível e criativo, mas muito endiabrado. Carente do afeto que não encontra junto do pai e da mãe, mais preocupados em sobreviver a cada dia, o menino perde-se nas ruas, onde só lhe dá para inventar travessuras.

Tendo aprendido demasiado cedo a dor e a tristeza, Zezé acaba por usar o mundo da sua imaginação para fugir da realidade da vida: toma por confidente um pé de laranja lima, a que chama Xururuca e ao qual revela os seus sonhos e desejos. Será nesta fantasia que Zezé vai encontrar a alegria de viver e a força para vencer as suas adversidades.

Autor:

José Mauro de Vasconcelos, escritor brasileiro, descendente de portugueses, nascido em 1920, no Rio de Janeiro, e falecido em 1984. Depois de ter tido várias profissões, viajou pelo interior do país, região que inspirou quase toda a sua obra. Um dos seus romances mais famosos, O Meu Pé de Laranja Lima , tornou-se o exemplo vivo da presença do tema da infância na sua escrita. Outros livros conhecidos são Banana Brava (1942), Longe da Terra (1949), Arara Vermelha (1953), Arraia de Fogo (1955), Rosinha, Minha Canoa (1962), O Garanhão das Praias (1964), Rua Descalça (1969), Chuva Crioula (1972) e O Veleiro de Cristal (1973).

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

"Uma Prova do Céu" de Dr. Eben Alexander



Sinopse
 
Em novembro de 2008, um reputado neurocirurgião americano contraiu uma espécie rara de meningite. Levado de urgência para o hospital, entrou em coma. Durante sete dias esteve em morte cerebral. Quando a equipa clínica discutia já a hipótese de desligar a máquina, deu-se o primeiro milagre: o médico despertou. O segundo milagre, só o viríamos a conhecer em "Uma Prova do Céu". Nos sete dias em que esteve cerebralmente morto, o neurocirurgião viajou até um território inexplorado – a vida depois da morte. O cético cientista, que durante anos negara a existência de Deus, viu-se de repente no meio da mais profunda e assustadora escuridão. Movido pela vontade de se libertar e guiado por um anjo, entrou num reino onde encontrou Deus – que lhe confiou, em três simples frases, uma mensagem reveladora. Ao sétimo dia, quando emergiu do coma, soube que a sua vida nunca mais seria a mesma. Autor de mais de 200 artigos científicos, percebeu que a ciência e o divino podem viver lado a lado. E que, como neurocirurgião, iria continuar a investigar os segredos do cérebro, mas agora munido da certeza de que a vida continua depois da morte.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

"As Cinquenta Sombras Mais Negras" de E L James

 
 
Sinopse
 
Perseguida pelos negros segredos que atormentam Christian Grey, Anastasia Steele separa-se dele, e começa uma carreira numa prestigiada editora de Seattle.
Mas por mais que tente, Anastasia não o consegue esquecer - ele continua a dominar-lhe todos os pensamentos. E quando Christian lhe propõe reatarem a relação com um novo e diferente acordo, ela não consegue resistir. Aos poucos, uma a uma, começam a revelar-se as Cinquenta Sombras que torturam o seu autoritário e dominador amante.
Enquanto Grey se debate com os seus demónios, e revela a Anastasia um lado inesperadamente romântico, ela vê-se obrigada a tomar a mais importante decisão da sua vida.
Uma escolha que só ela pode fazer…

terça-feira, 20 de novembro de 2012

"Amor de Perdição" de Camilo Castelo Branco



Publicado há 150 anos, escrito por Camilo Castelo Branco na prisão em apenas quinze dias, o romance que no meu entender é a obra mais marcante da literatura Portuguesa. Li-o pela 1ª vez talvez com uns 12/14 anos, sugerido pela minha madrinha (a quem agradeço) e reli uns anos mais tarde, já na casa dos 20. Um livro estilo "Romeu e Julieta" de Shakespeare, onde existe inimizade por parte de duas famílias, o que levará ao  impedimento  dos jovens protagonistas viverem o amor que os une.
 
 

Sinopse:


“Não deve custar a morte a quem tiver o coração tranquilo. Não importa se nada há além desta vida. Ao menos, morrer é esquecer.
Não tenhas saudades da vida, não tenhas, ainda que a razão te diga que podias ser feliz se não me tivesses encontrado no caminho por onde te levei à morte...”
(Simão, em Amor de Perdição de C. Castelo Branco)


Esta poderia ser a história de um encontro entre Simão e Teresa, sob fundo de conflito entre duas famílias da burguesia portuguesa... Simão é um adolescente quase criança, solitário, intransigente, narcisista, destrutivo e suicidário que atrai como uma aura fatal, uma luz negra, a maior parte das pessoas com quem se cruza.
Mas Teresa existe, ou é apenas uma ideia, uma imagem, um reflexo? Teresa é uma aparição. Um pretexto para uma revolta amoral e violenta, para UM AMOR DE PERDIÇÃO.




O autor

Camilo Castelo nasceu em Lisboa a 16 de Março de 1825. Revelou-se um profissional das letras, verdadeiramente multifacetado, tendo sido romancista, cronista, crítico, dramaturgo, historiador, poeta e tradutor.A sua vida atribulada e passional, tipicamente romântica, serviu de inspiração às suas novelas. Casou muito cedo, com apenas 16 anos, com Joaquina Pereira de França, casamento que não resistiu muito no tempo. Mais tarde, cai de amores por Ana Plácido, que casa com negociante brasileiro. Camilo não desiste, seduz Ana Plácido, e acabam ambos na cadeia da relação do Porto acusados de adultério. Absolvidos, passam a viver juntos, sendo ela a mulher dos seus filhos.O seu percurso académico é igualmente conturbado. No Porto, estuda Medicina depois Direito e chega a frequentar o Seminário. Dedica-se ainda ao jornalismo.A sua vida ao lado de Ana Plácido será passada a escrever a um ritmo elevado. Escreve, entre 1851 e 1890, mais de 260 obras.O desespero causado pela sua crescente cegueira está a origem do suicídio a 1 de Junho de 1890.